a feiura da criatura


É feio. Por dentro, quero eu dizer, que por fora tanto se me dá como se me deu, também a madre Teresa, a de Calcutá, era feia como a noite dos trovões e, dizem embora eu não acredite, era de uma beleza celestial lá pelas zonas viscerais, onde a alma se mistura com o entulho do bandulho. Paulo Macedo é um homem feio. Veio com uma missão muito precisa, enfraquecer o sector público da saúde em favor dos Mellos, Espíritos Santos e outros que, veja-se como nada mudou, já eram os donos de Portugal antes de Abril. António Arnault fez e Macedo desfez. Se o deixarmos, continuará a desfazer até não deixar pedra sobre pedra, mas antes um amontoado de doentes ainda mais doentes ou mortos, que para ele é-lhe igual ao litro. Espanta-me (no sentido espanhol, ou seja, aterroriza-me) que Macedo, o feio, ainda ande por cá sem uma convulsão social de monta. É que, porra, ele está a tratar-nos da saúde e, diz o povo que nestas coisas sabe da poda como ninguém, a saúde é o nosso bem mais precioso, mais do que o dinheiro. E, meus amigos, o problema não é a falta dele, do dinheiro. O problema é que os Mellos, os Espíritos Santos e quejandos ainda não estão a ganhar todo o dinheiro que deviam ganhar à nossa custa. Há que ajudá-los. Sejamos esmoleres. E Macedo o nosso Papa.

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