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A mostrar mensagens de Agosto 5, 2012

em taiwan, o primeiro casamento gay celebrado por budistas

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Mas o Papa dos católicos, esse, é contra. Prefere padres a violar meninos. Freiras casadas com Deus. E seja o que Deus quiser. Estamos nas mãos Dele. Ámen.
A notícia aqui: http://rt.com/art-and-culture/news/buddhist-wedding-gay-lesbian-435/

cuidado, têm microfones!

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zitagate

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os monstros andam à solta

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amizade olímpica

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silly season

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Anda tudo a banhos. Por Manta Rota antes da bancarrota. Pelos Açores, perdidos de amores por cifrões e embustes. Deixaram-nos em paz por uns tempos. As más notícias são menos, os roubos menores. Chamam-lhe silly season. Eu chamo-lhe curto intervalo balsâmico. Mas a caça ao pobre e ao desempregado voltará em breve, demasiado cedo, coincidindo com o regresso às escolas com menos professores e alunos ensardinhados em latas de aula. Portugal, a Europa, desaparecem do mapa e cresce, em seu lugar, um novo terceiro mundo. Os salários estão em saldo, em liquidação total, sob a liderança e inspiração da Alemanha do Quarto Reich. O Estado Social, criado após a queda do Terceiro Reich, é agora destruído porque outros valores mais altos se levantam, os do dinheiro, os da riqueza que, dizem, não somos nós que criamos, lastimáveis indigentes, refugo a abater, mas sim os especuladores, as bolsas, os muito ricos, 1% da população mundial, afirma quem sabe. E é esta gente quem mais ordena e nos diz a …

ah, se houvesse tomates!

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zita se abre

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Seabra abriu-se e vomitou fel. Desculpem-na, Seabra é assim, ressabiada, azeda, defendendo hoje o que ontem condenou, porque lhe caiu em cima um aparelho de ar condicionado quando andava, controleira e espantadiça, a vigiar a instalação de microfones clandestinos. Ficou tão tontinha, tão tortinha, que teve que recorrer ao endireita da Esperança. Endireitou-se. Agora convive com as altas esferas da direita e veio lembrar o arrepiante caso da espionagem sob refrigeração. Muito frio no toutiço terá apanhado a patética criatura nas suas andanças em prol do povoléu, que nojo, mata, mata, mata! A pneumonia, essa, é que é como eu. Não quer nada com Seabra. Foge da Zita como o diabo da cruz. Cruz, credo!

indústria autuadora

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Também sou daqueles que acham que em Portugal se conduz mal, que não há civismo nas estradas, que só com repressão vamos lá. Pena é que, ao mesmo tempo, sinta que as campanhas da Brigada de Trânsito, a vigilância apertada, a tolerância zero, os auto-stop, mais não são do que maneiras airosas de encher de dinheiro os cofres do Estado numa altura em que ele é tão preciso. E o objectivo tem sido alcançado: nunca tantos portugueses pagaram tantas multas. A coisa já está de tal maneira industrializada que os polícias têm, consigo, terminais multibanco para receberem de imediato o carcanhol. Ai não!

os escombros de um governo

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«Um complexo turístico no Alqueva, uma fábrica de painéis fotovoltaicos em Abrantes e a exploração mineira em Torre de Moncorvo: só com três projectos falhados, Portugal ‘perdeu’ investimentos de 3.000 milhões de euros e 8.000 postos de trabalho.»

Um país, um governo, uma estratégia, um modelo político e económico a desabar. Este governo e esta economia “troikana” mostram não ser uma alternativa credível ao desenvolvimento e ao emprego. Portugal começa a deixar de ser atractivo para investir, não pela falta de competitividade dos trabalhadores mas sim por se estar a transformar num pântano de pobreza sem recursos naturais que justifiquem qualquer investimento. Se não mudarmos de rumo, se não encontrarmos alternativas estamos condenados a transformar-nos em escombros do capitalismo. Passos Coelho já o é.
Texto e imagem: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

é a cultura, estúpidos!

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Li agora que  o governo está a comprometer a existência da Fundação Paula Rego e, consequentemente, a Casa das Histórias, o museu da pintora em Cascais.
Asneira, e da grossa, mas outra coisa não seria de esperar de quem despreza a cultura em favor do dinheiro, sempre o dinheiro e nada mais do que o dinheiro e os detentores do dinheiro.
Façam o que quiserem, arranjem outro tipo de financiamentos, passem a cobrar entradas, mas não toquem nem estraguem um museu que já é um dos ex-libris de Cascais, que atrai não só portugueses como estrangeiros, que é um espaço onde apetece ir, ver, ficar.
Eu também sou contra muitas fundações. Fundações que se criam para mamar dinheiro do Estado ou para fugir aos impostos. Mas não há que ter em conta só os seus custos, mas o quanto prestigiam um país e enriquecem o seu povo, mesmo que culturalmente falando.
Coisa pouca para quem a cultura é um estorvo, uma excrescência a extirpar como uma hemorróida, um furúnculo, um nado-morto. Porque, pela lógica de …

saltos olímpicos

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portas fora

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Eu sei que andam demasiados abaixo-assinados a circular. Mas uma petição a pedir o regresso do amigo Álvaro ao Canadá vinha a calhar. Depois era só mandar o Gaspar de volta para os corredores de um qualquer banco em Bruxelas, Frankfurt ou Londres. O Coelho podia transitar para o FMI como assessor dilecto de Lagarde, ou para Berlim a coadjuvar Merkel na sua obra de destruição europeia. E Portas vai para Hollywood, o nosso novo Joaquim de Almeida, o Banderas português. Eles destruíram Portugal. Sem eles, recompor-se-á mais depressa.
Imagem: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

o desprezo

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Sei lá. Os sociólogos, psicólogos, politólogos da nossa praça, praça onde vendem o seu peixe tantas vezes mal amanhado, dirão que eles é que sabem explicar as coisas como elas são, as convulsões sociais, políticas, económicas que nos andam a azucrinar a existência. Eu cá talvez não saiba patavina dessas ciências, para mim ocultas, mas uma verdade salta-me à vista sem precisar de doutoramentos, canudos e outras equivalências: que, a cada dia que passa, o país, o mundo, caminham a passos largos para a bancarrota e a derrota do humanismo, da solidariedade e da justiça sociais. E sei mais: que Passos Coelho, Miguel Relvas, Vítor Gaspar, Paulo Portas e quejandos não me merecem o mínimo respeito. Quem governa contra os meus interesses, quem me assalta todos os dias, quem prejudica o meu presente e compromete o futuro dos meus filhos, quem se orgulha de nos empobrecer não tem nem autoridade nem seriedade para me representar. Não lhes dou esse direito. Desprezo-os.

a dignidade não é sustentável?

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Por José Vítor Malheiros http://versaletes.blogspot.pt/
Será que a revolução neoliberal em curso tem plena consciência dos valores que está a pregar?
1. Ficámos a saber há dias que Miguel Pais do Amaral, presidente da Media Capital, dona da TVI, é a pessoa que ocupa mais lugares em conselhos de administração de empresas portuguesas: Pais do Amaral administra nada menos de 73 empresas (segundo dados da CMVM relativos ao final de 2010) e isto sem contar as empresas estrangeiras onde ocupa os mesmos cargos, nomeadamente em Angola e no Brasil. Se se incluírem também estas, Pais do Amaral terá assento em mais de cem conselhos de administração. E isto, note-se, apenas em conselhos de administração, sem considerar quaisquer outras funções e actividades.

gente fina é outra loiça!

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mais uma medalha olímpica para portugal, a do saque sincronizado

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temos ouro!

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Portugal acaba de ganhar uma medalha de prata na canoagem. Já estou a ouvir os discursos bacocos dos nossos políticos, de Aníbal a Relvas, em louvor dos atletas que assim terão levado bem alto o nome de Portugal e coisa e tal. Uma medalha é suficiente para levantar o moral do povo. Da moral dos políticos, de Aníbal a Relvas, é que estamos conversados. Dessa, não rezará a história.

e se em setembro fosse diferente?

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Por José Vítor Malheiros
http://versaletes.blogspot.pt

Vivemos sob a ditadura do sistema financeiro, sob a bota de um poder absoluto, anti-democrático e sem controlo. Que parte é que ainda não percebemos?
As pessoas andam caladas. Na rua, nos centros comerciais, nos transportes públicos, nos cafés e restaurantes. Até nas manifestações é difícil pôr uma multidão a escandir uma palavra de ordem e, quando o fazem, dura pouco. Custa-lhes falar. Ou será só impressão minha? Mesmo tendo em conta a redução do número de pessoas em certos locais da cidade devido às férias, tenho a sensação de que as pessoas cada vez falam menos, mais baixo, com menos energia. Acho que estão deprimidas, tristes com a vida, desiludidas umas com as outras e envergonhadas consigo. Haverá uma relação entre o barulho que se faz e a felicidade que se sente? Acho que sim. Basta ver um grupo de crianças a brincar num jardim e um grupo de bancários a pegar ao trabalho. Mas não é só a tristeza que é silenciosa. O medo tam…

lisboa, tejo e tudo

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não tenho medo que o mundo acabe em 2012

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O que receio é que continue sem que nada mude.

Lido algures na internet.



o baile dos mafarricos

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Nem o chifrudo faria melhor do que esses diachos que por aí bailaricam ao tilintar de cinco dinheiros. Vendem a alma ao diabo enquanto oram a Deus. Desprezam o seu semelhante, para eles inferior, menosprezável, desprezível. Juntam-se para o baile dos demónios nos salões do poder, do roubo legalizado ou pelo menos impune. São mafarricos. Ricos ou pretendentes a tal. Fazem o mal e a escaramuça, deixam atrás de si um rasto de sangue, suor e lágrimas. Que o inferno os acolha, os recolha, os faça pagar pelos pecados de um mundo cada vez mais gasto. Ao gosto dos diabos que dançam. Que siga a música!

chamem a polícia!

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Um governo de predadores. Quem o diz é o Dr. Marinho e Pinto neste artigo do JN. E tem toda a razão. Porque quem se socorre do aumento insano de impostos para pagar dívidas que contraiu por corrupção e má-gestão só pode ter esse nome: predador. Ou ladrão. Andaram décadas a enriquecer, a favorecer amigos e empresas de amigos, a oferecer cargos de estadão a apaniguados e, agora que o dinheiro se esvaiu, vêm surripiar aquilo que é nosso, o que ganhámos a trabalhar honradamente, o que conquistámos por mérito próprio e não porque tínhamos uma cunha ali ou um amigalhaço acolá. Nós sim, merecemos respeito. Nós sim, merecemos que respeitem o que é nosso. Ofendem-me quando me tratam como madraço. Ofendem-me quando me tratam como pobre de espírito, querendo que acredite que fui eu que andei a viver acima das minhas possibilidades. Ofendem-me e roubam-me. E, contra os ladrões, há que agir em legítima defesa.

o estado deu-nos com os pés

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Fala-se muito por aí, e geralmente quem o diz é gente bem instalada na vida tantas vezes à conta do Estado, que é preciso menos Estado Social, que as despesas são muitas e o dinheiro pouco. E eu pergunto: menos ainda? Neste momento, só pouco mais de 300.000 pessoas recebem subsídio de desemprego (subsídio que, lembro os mais distraídos, não é benesse nem esmola, foi paga com os próprios descontos de cada um ao longo dos anos). Se as contas não me falham, e não me falharão, isso faz com que cerca de um milhão (leu bem: um milhão) de desempregados estejam entregues à sua sorte, sem qualquer apoio estatal.
Menos Estado Social? Mas como, se já existem milhares e milhares de pessoas a quem o Estado abandonou, a quem o Estado trata como párias, a quem deixa que as dívidas, a fome, a miséria os atormente e aniquile? E a tudo isto se assiste impavidamente. Sem um grito de protesto. Um gesto de revolta. Mansos costumes. Brandas gentes. Má fortuna.

a caminho do terceiro mundo

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Crato falou. E disse. Que as verbas destinadas pelo Estado às escolas particulares se manterão durante o próximo ano lectivo, ou seja, continuará a entrar com mais de 85.000 euros anuais por cada turma de cada instituição privada. No ensino público, fecham-se escolas, despedem-se professores, amontoam-se alunos e o mais de que Crato se irá lembrar em seu devido tempo para destruir, de vez, o acesso dos "pobrezinhos", essa canalha, à educação, porque como toda a gente sabe não é preciso estudar para se subir na vida e ser alguém.
Já nem se preocupam em disfarçar, tal o silêncio dos governados. Esfrangalham-se o ensino e a saúde públicos, salvam-se bancos, nacionaliza-se património por tuta-e-meia, dão-se milhões a lucrar a entidades privadas em claro prejuízo das populações. "Fartar vilanagem" é lugar comum e frase que já pouco ilustra a gravidade da situação a que chegámos. Perante, repito, o silêncio dos governados.

galeria de horrores (10)

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bate, bate coração

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Os senhores do poleiro do momento, anafados no ego e na carteira, bem podem cantar de galo que, mais dia menos dia, outro galo cantará. Este mundo já viu muita coisa. A revolução francesa, o liberalismo, o fim da escravatura, o comunismo. O mundo não acabou. Algo vem por aí. E, de tanto bater, o meu coração festejará.

antes de entrarmos em bancarrota não o podemos mandar ficar pela manta rota?

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Ai que também Salazar era um homem de gostos comedidos! Ai que estamos perdidos! A um a Manta Rota, a outro Santa Comba. Um exemplo para os portugueses perdulários e piegas, que viveram e vivem muito acima das suas possibilidades. De Salazar a Passos, os passos são pequenos. Havemos de lá chegar.

irão ou estados unidos, quem é o mau da fita?

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Dirão que os Estados Unidos têm este curriculum devido ao seu afã em preservar a democracia, os valores do Ocidente, a economia de mercado, a liberdade de expressão, a livre circulação de pessoas e bens e sei lá eu que mais. Mas o mundo não precisa de polícias, ainda por cima quando acumulam com o ofício de ladrão.

venderam o atlântico!

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Até dava lucro, que dava e muito. Mas o Estado, pela mão deste triste governo desta pátria em agonia, decidiu vendê-lo muito abaixo do seu preço de custo. Falo do Pavilhão Atlântico. Vendido ao desbarato, como muito outro património nacional, não a quem dá mais, mas a quem dá menos. Neste caso, um tal Montez, genro de Cavaco Silva. Não fora arriscar um processo judicial que perderia (a Justiça é deles), perguntaria se Montez foi pedir dinheiro emprestado ao BPN. Mas não pergunto. Cala-te boca.

morreu gore vidal

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Só o soube agora, arredado que andei de notícias, geralmente tenebrosas. Gore Vidal, uma das vozes mais livres da América do Norte, calou-se. O mundo não ficou mais pobre. Ficámos com os seus livros.

as fundações que afundam portugal

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